terça-feira, 30 de agosto de 2011

como assim, arnaldo?

Legal mesmo é você ir a um show de um artista foderoso, em outra cidade, passar horas no carro, nem conseguir se arrumar, já que o role tem hora certa pra começar e atrasos estão fora de cogitação, pagar os olhos do... do... er... da cara pelo ingresso, pegar um transito duzinferno até chegar no local, não ver nada do palco/músico/banda, pois é pintora de rodapé baixinha, levar empurrões, estar num lugar socado de gente, ver pessoas com mais de três metros de altura estranhas, e, semanas depois descobrir que vai rolar show do cara de novo, na praia, no maior estilo positive-vibration-marley-que-nos-acompanhe, de grátis, (free, no money, yeah funny), com Iemanjá desejando positividade, em um Festival onde a coisa mais normal é tomar chá de cogumelo na portaria, enquanto o Iê Iê Iê não começa.



Me perguntem se eu vou novamente ao show, levando em conta as ~vantagens~ acima citadas.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

74893647 anos depois



comecei a fazer aulas de teatro: CORRAM PRO MONTE EVEREST.


na verdade, eu comecei há... quase dois meses e ta lindimais. Vou ser atora e trabalhar na grobo. mentchira.


mas ó, essa foto ai é da minha tchurma. todos queridões (:


logo conto mais.


um beijo,

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

barbies disfarçadas

só pra constar: alguém sabe explicar o motivo para que todas as meninas do mundo estão na vibe "oi, sou cool"?

assim. estilo é igual traseiro: cada um tem o seu e não se pede emprestado. mas tem me enchido bastante o saco andar na rua ou ver nas redes sociais todas as garotas aderindo a esse lance de serem obrigadas a mostrar aos outros quais livros estão lendo, que marcas de roupas estão usando, que grande músico da MPB está em alta e qual revista de cultura bomba atualmente. Cultura não faz mal a ninguém, pelo contrário. Mas forçar a barra para tentar parecer legal é tipos, tosco. Eu não sou a favor de estereótipos e todo o pré-conceito criado em torno dos modismos atuais, mas assim, ninguém dorme e acorda citando poetas-romancistas-músicos o tempo todo. a vida não é xadrez purpurinada de segunda-a-segunda.

fica na cara essa coisa de querer ser aceito (a), querer ser “jóia” para que as pessoas pensem que você é assim, quando na verdade, você é chato (a) demais e profundamente desinteressante. Machado de Assis deve se revirar no caixão 89 mil vezes por dia com tantas citações nos twitters e orkuts da vida. Los Hermanos, se um dia pensaram em voltar à ativa, desistiram da ideia, já que é a banda com os fãs mais chatos ever. E ó, eu gosto deles, viu.

essa farsa dos álbuns cult do Orkut e os autores que têm fãs escrotos, (quando de repente alguém descobre um escritor e ficam numa oratória frenética ao citar trechos de livros e frases batidas) faz a gente perceber que o que vale é aparência que você quer mostrar e não o que você realmente é. E isso é chato pra burro. quem gosta de rótulos é garrafa. a sua roupa zuper vintage, o cabelo mega fashion e o tênis muito descozzzzzzzzzzzzzzzzzz não interessam, sabe.

a gente fica naquela “imagem é tudo, sua cabeça não tem nada”. preguiça de quem só tira fotos artísticas. a vida não é old school o tempo todo. um mundo com menos máscaras e efeitos, por favor.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

feriado, dia lindo, sol brilhante e ceu azul. ridículo de tao azul.

e o que eu fiz nesta terca-feira tao bonita e gostosíssima? *suspense*





trabalhei.



como vocês podem ver, minha gente, se passaram quase quatro fucking meses da minha ausência. ai eu volto, posto aqui e fica claro que eu continuo na mesma merda situação.








ps: "eu voltei agora pra ficar! pois aqui, aqui e o meu lugar! :D" (isso se voces ainda me quiserem, ne hahaha)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

nao existe nada mais feio que falta de educação.








e fazer sexo de meias.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

atchim!

Final de semana promete e você percebe que está zuper, mega, blaster gripada.


Dor de cabeça, nariz entupido e garganta irritada. Eu dem conzigo falãr direitoam.


Deve ser praga de professor que não vai poder ir à viagem conosco, hahaha


E agora? Faz o quê?




Ouvi dizer que um coquetel com bebidinhas cheias de alcohol são tiro e queda pra curar gripe. Vou tentar.



Update: Comprei O.B nasal pra aliviar o terror.


Há! Pegadinha do Malandro.

Tô usando lencinhos macios e gostosinhos, porque né, chegar na buatchy com o nariz esfolado não vai rolar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

aloka haha

Depois de quatro anos de faculdade, é hora de comemorar. Não, não apresentei meu TCC ainda e nem vou me formar no mês que vem. Mas ó, em breve tô lá expondo minha [in]capacidade para a banca julgadora e no próximo ano tem formatura sim senhor! Acho que vou mandar uns convites para vocês, hihi.

O fato é que no final de semana que se aprochega eu e meus colegas de aula vamos para Florianópolis, a capital das capitais, numa espécie de comemoração por tantos anos de fodeção batalhas, vivências e emoções. Nos programamos para ir à uma buatchy, que de acordo com a descrição, "tudo é de todos" (medo) e "aqui só não falta agitação, comemoração, pegação e muita bebida". Bem, tenho medos, hein. Tenho medos, porque né: Florianópolis + festa+ turma com pessoas loucas + bebidas = socorro.


Misegurem! Final de semana é sábado o dia!



Acho que Serginho BBB vai incorporar, hein. Tô sentindo forte.



#tenso

quarta-feira, 30 de junho de 2010

arrgh!

Pergunta: Se alguém está em estado deplorável às 8h da manhã, espalhando odores nada agradáveis no recinto em que se encontra, como essa criatura vai estar às 22h?


Sério, banho, meu bem, não mata, não faz mal e ainda evita que o colega/pedestre/amigo caia duro no chão, devido a intoxicação e poluição atmosférica.


Banho é vida. Sabonete é mais. Tome um banho você também.



#dica.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

bullshit

Aí que minha vida é um sarro. Se ouvir prosas estranhas resultasse em dinheiro, meu, eu estaria rica.

*No meu trabalho o chefe fez uma mini campanha do agasalho. Roupas usadas e novas foram doadas por ouvintes para enviar aos mais carentes. No final da tarde uma senhora foi até a rádio buscar algumas vestimentas, já que ouviu o anuncio. Eu e mais dois colegas de trabalho prestamos um atendimento phyno a ela. Entre as peças havia casacos, cachecóis, calças e blusas. Enquanto vasculhava as roupas, a tia tecia alguns comentários. Entre uma comentada e outra sobre as roupas, eis que ela solta a pégola. (Dimmy BBB, te dedico).

Tia - Aiiiiiiii, enfim achei uma calça saruel! Adoro essas calças.

Eu – Ah, sim! Elas parecem mesmo ser muito confortáveis.

Tia – Ai menina, me esbaldo nessas roupas. Sou pobre, mas tenho catiguria classe.

Eu – Hihihi, leva essa então, acho que vai ficar legal. (vendedora do Paraguai mode on)

Tia – É, vou levar essa mesmo porque não posso usar calça jeans. Calça jeans me dói o koo.

Pausa.

Nós cumprimentamos a vovó, saímos do lugar e né, caímos na gargalhada, porque oi? O que alguém faz ou deixa de fazer com a bunda, se prejudica ou não usar calças jeans, não me diz respeito. A gente podia ter dormido sem ouvir isso.

*À noite, na faculdade, enquanto conversa com algumas amigas, uma decidiu ir ao banheiro. Ao chegar ao recinto escolheu a privada de sempre, a porta de sempre, o pipiroom de sempre. Mas qual não foi a surpresa da minha ilustre e loura amiga ao levantar a tampa do vaso e se deparar com... com... pinturas abstratas na parte branca do mesmo. É, o negócio estava todo cagado borrado, meus queridos. Lembro-vos que se tratava de um banheiro feminino. F.e.m.i.n.i.n.o. Como estava muito necessitada e os demais banheiros estavam ocupados, resolveu fazer as necessidades ali mesmo, apoiada as paredes, porque né, sentar naquilo não ia rolar nem se Serginho Aloka fosse capa da G. Ao terminar o pípis, deu descarga e saiu. Mãs a natureza quis se vingar da filha da mãe, porca, relaxada, catinguenta garota que entupiu a privada. Sendo assim, quando a descarga foi acionada, tudo o que tinha ido por água abaixo voltou, fazendo o caminho inverso. Aí vocês podem imaginar a merda toda.

E o legal é que quando ela saiu do banheiro, todas as garotas da faculdade estavam esperando. Nunca na historia desse país se viu tanta menina junta. É possível que a cagona estivesse presente para saber se por acaso deu alguma merda no banheiro. Minha amiga tentou explicar que não foi ela a autora do rebosteio, mas ninguém acreditou. Também pudera: ela saiu com as calças na mão, desesperada e com cara de quem fez... merda. Eu também não acreditaria.

Enfim. Tô começando a duvidar daquele velho deitado que diz que mais vale ouvir esse tipo de coisa a ser surdo. Duvido, hein.